Plano de saúde no meio da gestação é a melhor opção: você pode fazer todos os exames do pré-natal com tranquilidade e contar com os melhores hospitais equipados com UTIs neonatais para o parto particular.
Além disso, o filhote já nasce com uma cobertura de 30 dias garantida, com as mesmas carências que a mamãe.
Para ter direito a tudo isso, no entanto, é preciso que a gravidez ocorra antes da contratação do plano, porque a carência para parto é de 300 dias. Então o que acontece se a contratação ocorrer no meio da gestação? Será que vale a pena?
Plano de Saúde no Meio da Gestação
O ideal é que a gestação seja planejada e que o plano de saúde com obstetrícia seja contratado antes dela acontecer, assim a gestante tem direito à cobertura completa, sem dor de cabeça.
Só que muitas vezes todos nós somos pegos de surpresa por algumas coisas, claro, e quando se vê o planejamento foi por água abaixo. Nesse caso, quando o plano é contratado durante a gestação, você só terá direito à cobertura parcial do plano – ou seja, aquelas cujas carências já tiverem sido cumpridas.
E aí o parto não estará incluído. É bom saber, no entanto, que a carência de 300 dias para partos (chamados de “partos a termo”) exclui os casos de partos prematuros e decorrentes de complicações.
Continua Valendo a Pena Contratar um Plano de Saúde no Meio da Gestação?
Claro, até porque há várias outras coberturas que você poderá aproveitar (dependendo do momento da contratação em relação aos meses de gestação), barateando bastante em relação ao gasto de bancar todo o processo da gestação e parto integralmente particular.
É o caso de exames, consultas e internações eletivas, por exemplo, para os quais a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) regulamenta um prazo máximo de carência de 180 dias.
E há ainda plano de saúde no meio da gestação celebrados em alguns contratos coletivos empresariais que têm adesão automática, ou seja, não é permitida a exigência de cumprimento do prazo de carência para ter acesso aos benefícios.
Cobertura é Garantida Para Casos de Urgência e Emergência
Por outro lado, a Lei dos Planos de Saúde (Lei 9.656/98) em seu artigo 12 define os prazos máximos de 24 horas para os casos de urgência e emergência, definindo-os no artigo C-35: os casos de urgência decorrem de acidentes pessoais ou de complicações do processo gestacional; já os de emergência, os que implicarem em risco imediato de vida ou lesões irreparáveis ao paciente.
Ou seja, você fica amparada por qualquer problema mais sério que possa ocorrer durante a gestação, inclusive internações de emergência ou urgência, porque a carência de 180 dias é para internações eletivas (programadas).
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